Os símbolos religiosos e seus significados

Religiões visualizam textos religiosos, rituais, e obras de arte como símbolos de idéias convincentes ou ideais. Os símbolos ajudam a criar um reseonant mythos que exprime os valores morais da sociedade, os ensinamentos da religião, cria um sentimento de solidariedade entre os seguidores religiosos, ou funciona como uma forma de trazer um adepto mais perto de seu deus ou deuses.
O estudo do simbolismo religioso é ou Universalista, como uma componente da religião comparada e mitologia, ou localizadas no âmbito de aplicação, dentro dos limites e fronteiras de uma religião. Estuda o uso de símbolos, incluindo arquétipos, atos, trabalhos artísticos, eventos, ou fenómenos naturais, por uma religião.

Judaísmo
O Selo de Salomão é o maior símbolo do Judaísmo. Também chamado de Estrela (ou escudo) de Davi, representa os elementos do universo: água, fogo, terra e ar, sendo seus símbolos variações do triângulo. Mas não se pode afirmar que foi realmente o símbolo do Rei Salomão nem o do Rei Davi. Foi criado e desenvolvido nos templos de adoração satânica da Antiga Babilônia, é representado pelo triângulo normal que representa o poder sobre a população do planeta e o triângulo inverso que representa a submissão das pessoas. Outro famoso símbolo é o Menorá.

Cristianismo
A Cruz foi adotada como símbolo pelo Cristianismo por causa de Jesus Cristo ter sido crucificado e representa a Santíssima Trindade: a extremidade superior representa Deus (o Pai) no Céu, a extremidade inferior representa Jesus Cristo (o Filho) na Terra e as duas extremidades horizontais representam o Espírito Santo. O símbolo usado pelo Cristianismo primitivo era o Peixe. Também já foi utilizado o Peixe em antigas tradições Babilônicas de Satanismo e Paganismo, podem ate ser comparadas ao chapéu que o Papa utiliza, que se chama [Mithra] [Dagon]. A forma da cruz vária de acordo com cada tradição, como a cruz latina, grega, copta, de Santo Antão, lábaro etc.

Taoísmo
O Yin-Yang é o símbolo do Taoísmo, uma das mais conhecidas religiões dharmicas. Um círculo dividido ao meio por uma linha ondulada; uma metade é negra (yin) e a outra é branca (yangh). Cada metade tem também um pequeno círculo da cor oposta, ou seja, a metade branca tem um círculo negro e a negra tem um círculo branco. Esse símbolo representa o equilíbrio das forças positivas e negativas do universo: a metade negra representa o negativo, o escuro, a noturno e o feminino e a metade branca representa o suave, o iluminado, o diurno e o masculino. O círculo menor representa a presença de cada um no outro.

Islamismo
O símbolo do Islã é a Lua Crescente com uma Estrela. Tal símbolo pode ser observado em branco na bandeira vermelha da Turquia, fato explicável, se em consideração que cerca de 99% da população turca pertence ao islamismo. O Islamismo é uma das principais religiões abraâmicas e foi criada pelo profeta Maomé, tomando como base os ensinamentos de outras religiões abraâmicas.

Livro - O Livro das Religiões

O materialismo nunca esteve tão presente na sociedade quanto nos dias atuais. Ainda assim, mais de três quartos da população mundial se reconhece como seguidor de algum tipo de credo religioso. Desde tempos imemoriais, a religião tem se mostrado um elemento tão indissociável e necessário da experiência humana quanto a linguagem, exercendo o importante papel de ajudar o ser humano a organizar a vida, a compreender seu lugar no mundo e a buscar significado e propósito para a existência. Mas como surgiu o fenômeno da religião? O que explica sua onipresença geográfica e cultural desde a Pré-História? Quais as bases comuns de todos os credos? Quais as diferenças irreconciliáveis entre eles? Como se ramificaram e se estabeleceram como grandes sistemas espirituais, filosóficos e morais de alcance mundial? O que fizeram para dar resposta às mudanças sociais e aos avanços científicos ao longo dos séculos?
O tema suscita um volume de questionamentos tão grande quanto o número de denominações religiosas criadas pelo homem. Muitas respostas para essas tantas perguntas estão contidas em O livro das religiões, publicado no Brasil pela Globo Livros. O título faz parte da coleção As Grandes Ideias de Todos os Tempos, série de obras de referência que vem se destacando nas listas dos livros de não ficção mais vendidos no país.

A coleção temática - que inclui O Livro da Filosofia, O Livro da Psicologia, O Livro da Economia e O Livro da Política - se caracteriza pelo projeto gráfico arrojado e por uma organização editorial que privilegia a transversalidade na abordagem de cada assunto. Para o caso específico de O Livro das Religiões, foi arregimentada uma equipe multidisciplinar de autores, que incluiu especialistas em filosofia, mitologia, folclore, estudos bíblicos e religiões abraâmicas.
"Todo homem tem necessidade de deuses." A frase de Homero, a primeira entre as dezenas de citações apresentadas como comentários a cada texto, em certo sentido prenuncia a multiplicidade de fontes pesquisadas para todo o livro, cujos conteúdos incluem estudos sobre ancestrais fábulas africanas, xamãs, sacerdotes indígenas, indo de Zoroastro e Confúcio a Moisés Maimônides, Tomás de Aquino, Lutero, Rumi, Haile Selassie, Ghandi e Dalai Lama, entre muitas outras referências, sem contar, obviamente, os livros sagrados de cada credo.
Em ordem cronológica, a obra trata desde as crenças primitivas surgidas na Pré-História até as religiões modernas que se disseminaram a partir do século XV - passando pela descrição minuciosa das crenças milenares e clássicas, do hinduísmo, do budismo, do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. Além de um glossário de termos religiosos, o livro contempla um útil "diretório", um apêndice com informações básicas sobre as maiores religiões do mundo moderno (inclusive com número de seguidores) e um olhar mais aprofundado acerca das numerosas ramificações hinduístas, budistas, judaicas, cristãs e islâmicas.

Hinduísmo
O Om ou Aum é , além do símbolo do Hinduísmo, o principal mantra do Hinduísmo. Assim como muitos outros mantras, este também está presente no Budismo e no Jainismo e representa o trimurti, isto é, o conjunto formado pelas três principais divindades hindus: Brahma, o Criador do universo; Vishnu, o Reformador do universo; e Shiva, o Destruidor (ou Transformador) do universo. Sua forma é semelhante à de um número três e, como os outros mantras, funciona como uma espécie de oração, mas não relata um diálogo direto com seus deuses.

Siquismo
O principal símbolo do Siquismo é o Khanda. Esse símbolo está presente na bandeira dos sikhs, a Nishan Sahib, hasteada em todos os templos sikhs, os gurdwaras. O símbolo é a fusão de quatro armas, cada uma com seu significado: no centro uma espada de dois gumes (chamada Khanda, de onde surgiu o nome do símbolo) que simboliza a criatividade e o poder divino; ao redor do Khanda está o Chakkar, arma com forma circular que representa a perfeição de Deus; e duas espadas chamadas de Kirpans em torno do Khanda e do Chakkar: a espada esquerda representa o pin (o poder espiritual) e a espada direita o min (o poder temporal).

Ayyavazhi
A Flor-de-Lótus é o principal símbolo da religião indiana Ayyavazhi, fundada no século XIX. A Flor-de-Lótus está presente no Sahasrara (também chamado de chacra da coroa), o 7º e mais importante dos chacras que situa-se no alto da cabeça da pessoa e se relaciona com o padrão de energia global dessa pessoa. Esse chacra é originado na tradição hindu mas, como vários outros elemento do hinduísmo, foi adotado por outras religiões. Situado no alto da flor está o Namam (ou Thirunamam), também presente no Sahasrara.

Budismo
O símbolo do Budismo é a Roda Dharmica ou Dharmacakra. Apesar desta ser um símbolo admitido por todas as religiões dharmicas, como o Jainismo, tal símbolo é considerado o símbolo oficial do Budismo. É um círculo com oito braços surgidos no centro apontando direções diferentes. Cada um dos braços representa cada uma das oito práticas que constituem o Nobre Caminho Óctuplo: Compreensão Correta, Pensamento Correto, Fala Correta, Ação Correta, Meio de Vida Correto, Atenção Correta, Sabedoria Correta e Visão Correta.

Tenrikyo
O emblema do Tenrikyo é representado como um círculo. No interior desse círculo, há um outro menor, de onde surgem outros cinco braços, separados em ângulos de 72°, separando o círculo em cinco. Dos cinco braços, surgem outros cinco círculo, um em cada braço. O Tenrikyo é uma religião dharmica surgida no Japão. Sua fundadora foi a camponesa Miki Nakayama.

Ásatrú
O Valknut é o símbolo do Ásatrú, religião instituída na década de 1960. O Valknut é formado por três triângulos entrelaçados entre si e representa o poder do deus Odin. O Ásatrú tenta reviver a antiga mitologia nórdica. O Valknut já era usado pelos antigos Vikings como símbolo religioso, pois é visto em muitos documentos antigos.

Wicca
O Pentagrama é um dos símbolos mais importantes da religião neo-pagã Wicca. Esse símbolo está bastante presente em rituais e cerimônias da religião. É o símbolo do feminino, pois os antigos astrônomos ptolomaicos acreditavam que o planeta Vênus (deusa da beleza na mitologia romana) fazia uma órbita em forma de estrela no céu numa visão geocêntrica. Logo, o pentagrama foi adotado como símbolo d'A Deusa, uma das principais divindades do Wicca. Infelizmente, o pentagrama foi associado erroneamente ao satanismo, pois como todos os seguidores Wicca são bruxos (mas nem todos os bruxos são Wicca) persiste a ideia medieval deixada pela Inquisição de que todos os bruxos são seguidores do demônio.

Livro - Wicca: A Religião da Deusa

Este livro foi o responsável pela grande visibilidade e pelo crescimento da Wica no Brasil e se tornou o maior clássico sobre Bruxaria Moderna em nosso país. Tendo instruído os praticantes da Arte há mais de uma década, esta obra de características ímpares tem sido não só a origem primordial das práticas pessoais dos Bruxos brasileiros, mas também a fonte para o desenvolvimento de diversas Tradições Wiccanianasque aqui surgiram ao longo desse tempo.

Em Wicca: A Religião da Deusa, Claudiney Prieto apresenta uma obra esclarecedora. Sendo uma fonte inesgotável de rituais, invocações, magia, exercícios, textos sagrados e tradições mágicas, o livro é também um verdadeiro guia para quem não conhece a religião e pretende se iniciar nela.


Zoroastrismo
O Faravahar ou Ferohar é um dos símbolos mais importantes do Zoroastrismo, religião monoteísta fundada na Pérsia pelo profeta Zaratustra (ou Zoroastres). Ele é formado por uma espécie de asa com um círculo no centro. Surgindo do círculo, está uma figura humana. O Ferohar representa a alma dos seres humanos antes de nascerem e depois de morrerem, ou seja, a alma humana das pessoas enquanto estas não estão vivas. Outro símbolo importantíssimo do Zoroastrismo é o elemento do fogo.

Jainismo

O símbolo do Jainismo é uma variação do Darmacakra. Nesse caso, a roda dharmica situa-se no interior da figura de uma mão. A mão é geralmente vista como símbolo de sabedoria e de ensinamento. Logo, sendo o Darmacakra um símbolo presente em muitas religiões dharmicas, é um símbolo da sabedoria na sua religião. O Jainismo é uma religião que recebeu muita influência do Budismo, que por sua vez recebeu muita influência do Hinduísmo, todas religiões dharmicas. Também simboliza a oposição à violência.

Fé Bahá'í
O maior símbolo da Fé Bahá'í é a Estrela de Nove Pontas. Para os bahá'ís, o número 9 é sagrado, o número da perfeição, pois é o dígito máximo. Também é o valor numérico da palavra árabe Baha e o número de religiões divinamente reveladas (sabeísmo, hinduísmo, budismo, judaísmo, cristianismo, islamismo, zoroastrismo, fé babí e, finalmente, fé bahá'í). A forma da estrela pode variar, desde que contenha nove pontas. Ouros símbolos são o Máximo Nome, o Símbolo da Pedra e o Bahá'.

Xintoísmo
O Torii é o símbolo do Xintoísmo. É uma espécie de portal composto por duas barras verticais com uma barra horizontal no topo (chamada de kasagi), geralmente mais larga que a distância entre as duas barras. Sob o kasagi está o nuki, outra trave horizontal que liga os postes. Sua presença anuncia que há um santuário xintoísta nas proximidades. Atualmente, o Torii é considerado um dos mais importantes símbolos da tradição japonesa e simboliza a separação entre o mundo dos homens e o dos kami.

Seicho-no-ie
O Enkan é o símbolo da religião/filosofia monoteísta Seicho-no-ie. Este simbolo representa a integração das religiões mais expressivas da humanidade. Ele é mostrado como uma estrela de oito pontas, que representa o budismo. Ao fundo vemos um circulo branco, representando o cristianismo. O símbolo é complementado por uma estrela que representa o xintoísmo, esta estrela está ligada às outras imagens representativas do símbolo, demonstrando a integração e coexistência entre todas as religiões.

Igreja Messiânica Mundial
O emblema da Igreja Messiânica Mundial tem a forma básica de um circulo. No interior do círculo há um outro muito menor, de onde surgem oito linhas, dividindo o círculo igualmente em ângulos de 45°. As linhas nos sentidos vertical e horizontal são mais grossas que as no sentido diagonal. A Igreja Messiânica Mundial foi fundada por Mokiti Okada (ou Meishu Sama, como os seguidores chamam-no) em 1935.

Deus Sem Religião
Um lvro para quem quer descobrir e encontrar a divindade existente em si, e assim despertar para uma nova visão de sua existência.










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